Encontrei esta fotinho, que foi postada no site "Além de Economia". E me lembrei do tratamento que as minorias (que inclusive eu faço parte) receberão caso a presidência da Comissão de Direitos Humanos continue sob a gestão do pastor Feliciano.
Eu acredito que em determinados cargos, seria ótimo colocar alguém que fosse ateu. Eu tenho a minha religião, mas como diversos religiosos que conheço tem o jeito de pensar tão 'bitolado', que realmente, melhor seria colocar uma pessoa que não tivesse medo de "queimar no inferno", digamos.
Até porque, sinceramente, eu penso que se o inferno existe, então É AQUI!
Estou achando legal a comoção do povo, ir lá, se fazer presente e dizer que NÃO QUER um cara desses representando as pessoas que são discriminadas. É uma disposição que neste momento eu Simonninha não teria. Porém, como sou muito desconfiada... Já estou começando a achar que tudo isto é um teatro para que a maioria (e a minoria também... rs) esqueça dos outros caras que sacanearam a todos nós cidadãos brasileiros e estão para ser processados (presos, soltos, etc.)
Toda notícia que é muito "explorada", já me vem logo a sensação de quem tem outra coisa sendo feita... Afinal, o Carnaval já acabou... Então são necessários outros assuntos para lançar uma "cortina de fumaça" sobre a percepção das pessoas.
Tomara que as questões possam ser resolvidas da melhor forma possível, ou melhor, da forma que nos doa menos.
Beijos da Simonninha
Travestis e transexuais terão o nome social impresso
no Cartão Nacional de Saúde, no lugar do nome de batismo. A ação, promovida pelo
Ministério da Saúde (MS), tem o objetivo de reduzir o estigma, o preconceito, a
violência e a discriminação social, por meio do acesso à saúde de forma
humanizada. O anúncio foi feito na manhã de segunda-feira (28/1), pelo
MS. Para a conselheira do Conselho
Federal de Psicologia (CFP), Ermínia Ciliberti, a iniciativa do ministério, além
de atender uma reivindicação do movimento que o CFP apoia, contribuindo para
promover o respeito à diversidade e contribui para diminuir o preconceito e a
discriminação. A ação combate a violência transfóbica e reconhece a saúde como
um espaço de cidadania. Os serviços de
saúde também irão contar, a partir de agora, com um cartaz estimulando um
atendimento acolhedor às travestis e transexuais. A campanha é ilustrada pela
representante social das travestis e transexuais do Conselho Nacional de Saúde
(CNS), Fernanda Benvenutty.
Aqueles que se sentirem ofendidos pelos
atendimentos prestados por funcionários na rede de saúde podem ligar para o
Disque Direitos Humanos, disque 100, e fazer uma
denúncia.


































