Enfim... Mais um domingo passando e o evento acabando...
Recebi este link da minha amiga Andrea (valeuuuu!!!)
Do site INCANDESCÊNCIA.ORG
http://incandescencia.org/2013/07/28/quebrar-santos-liberdade-religiosa-e-outros-elefantes-brancos/
E a partir dele me veio este pensamento:
Uma das pessoas que mora na minha casa estava assistindo à missa e perguntou se eu não assistiria (não sei o porque da pergunta, pois a mesma sabe que não me envolvo mais com esses assuntos de Igreja, há muitos anos...). E quando eu disse que não ligaria a tv, parecia até que eu estava ofendendo alguém.
Na nossa vida, já temos que fingir muitos comportamentos para sobreviver, e eu, particularmente não aprecio ter que ser uma coisa que eu não sou para agradar esta ou aquela religião. Acredito que seja desrespeitoso demais.
A pessoa da minha casa fala de liberdade, porém faz questão de impor a sua crença acima da crença dos outros.
No meu trabalho, como tem muitos evangélicos, e para "ninguém encher minha paciência", eu digo simplesmente que fui batizada na Católica, e pronto. A pessoa diz, "ahh, ta". E eu rapidamente mudo de assunto, afinal se religião definisse produtividade, todas as empresas estariam seguras neste momento. Porém, não é isto que ocorre.
Sabe outra coisa que me lembrei (até comentei no skype agora há pouco)? Será que se fosse para vir plantar árvores no Brasil, viriam todas essas pessoas?
Vejo gente que fala que tem amor ao próximo, porém, fala mal do próximo, coloca pessoas contra as outras, demonstra inveja... Afff... É muita hipocrisia.
Bjão da Simonninha.
Travestis e transexuais terão o nome social impresso
no Cartão Nacional de Saúde, no lugar do nome de batismo. A ação, promovida pelo
Ministério da Saúde (MS), tem o objetivo de reduzir o estigma, o preconceito, a
violência e a discriminação social, por meio do acesso à saúde de forma
humanizada. O anúncio foi feito na manhã de segunda-feira (28/1), pelo
MS. Para a conselheira do Conselho
Federal de Psicologia (CFP), Ermínia Ciliberti, a iniciativa do ministério, além
de atender uma reivindicação do movimento que o CFP apoia, contribuindo para
promover o respeito à diversidade e contribui para diminuir o preconceito e a
discriminação. A ação combate a violência transfóbica e reconhece a saúde como
um espaço de cidadania. Os serviços de
saúde também irão contar, a partir de agora, com um cartaz estimulando um
atendimento acolhedor às travestis e transexuais. A campanha é ilustrada pela
representante social das travestis e transexuais do Conselho Nacional de Saúde
(CNS), Fernanda Benvenutty.
Aqueles que se sentirem ofendidos pelos
atendimentos prestados por funcionários na rede de saúde podem ligar para o
Disque Direitos Humanos, disque 100, e fazer uma
denúncia.








































