20/12/2013

Feliciano não será mais presidente da CDH em 2014

Fonte da Notícia: Revista Exame


Marco Feliciano em reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM): “um raio não cai duas vezes no mesmo lugar"

São Paulo – Após um dos anos mais movimentados de sua história, sob a batuta de Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara deve ganhar um novo presidente em 2014. Feliciano não será reconduzido ao cargo em nova eleição – como reconheceu ele próprio.

“Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Espero que o PT dê mais valor agora à essa comissão, que eles abandonaram”, afirmou ele nesta quarta-feira, segundo o jornal O Globo.
Após toda a mídia conquistada pela CDHM, Feliciano está ciente de que o PT – historicamente o partido com atuação dentro da comissão e que várias vezes ocupou a presidência – não vai deixar o espaço vago novamente, como fez no início de 2013.
Além disso, segundo o próprio Feliciano, o Solidariedade, sigla recém-criada, quer espaço no grupo.
Assim, o próprio PSC não sabe se terá um pedaço da força que teve este ano. O partido, formado na maioria por evangélicos, dominou a comissão e votou vários temas considerados antigays.
Assim, o próprio PSC não sabe se terá um pedaço da força que teve este ano. O partido, formado na maioria por evangélicos, dominou a comissão e votou vários temas considerados antigays.
A sessão de ontem foi a despedida de Feliciano do cargo. Quando a comissão se reunir novamente, em fevereiro de 2014, terá de eleger um novo representante.
“Essa comissão agora vai ser disputada. Colocamos os direitos humanos na pauta das pessoas”, disse ele, ainda segundo O Globo.
O deputado e pastor já adiantou que, apesar de ter chegado a cogitar uma vaga no Senado, deverá mesmo tentar novo mandato na Câmara.


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Afff... Já foi tarde.



14/12/2013

Oi



Bom dia a tod@s que me visitam aqui.
Esses corações fui eu que desenhei... Eu e a máquina! rs.
Beijinhos!!!

13/12/2013

Aumento de CO2 nos oceanos eleva nível de acidez e ameaça vida marinha

Foi publicada no início deste mês no site DW. Porém é sempre bom relembrar, e de mais a mais o povo , de lá para cá ainda não parou de sujar.
Hoje brigamos por petróleo. E, em um futuro não muito distante, estaremos brigando por água e por tudo que nela se inclui.
Abraços.   

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Há polêmicas recentes em torno do fato de, nos últimos dez anos, a Terra não ter registrado um aquecimento tão expressivo quanto o previsto por especialistas. Uma tese diz que o excesso de calor estaria sendo armazenado no fundo dos oceanos. Na última conferência do clima em Varsóvia, na Polônia, cientistas apresentaram um estudo que sustenta essa teoria.
O Programa Internacional para o Estado dos Oceanos (Ipso, na sigla em inglês) publicou um relatório em que demonstra não apenas o aquecimento dos oceanos, mas também uma mudança no pH (potencial hidrogeniônico – o índice que indica acidez de um composto) das águas.
"O aumento de temperatura chega até 1,3ºC, como no caso do Mar Báltico. Esse aquecimento ocorre em águas profundas – a mais de 700 metros de profundidade", esclarece o professor de biologia e zoologia da Universidade de Oxford, Alex Rogers. Em entrevista à DW, o diretor científico do Ipso explica que quase um terço do dióxido de carbono emitido no planeta atualmente é absorvido pelos oceanos.
Apesar de diminuir o aquecimento global, esse fenômeno altera a química da água marinha. O CO2 reage na água e forma ácido carbônico, resultando numa acidificação gradual dos oceanos.
Ameaças à vida marinha
Estudos recentes sugerem que a água do mar já estaria 26% mais ácida do que antes do início da industrialização. Até 2100, os oceanos já poderiam estar 170% mais ácidos. Nos últimos vinte anos, diversos experimentos foram realizados em laboratórios ao redor do mundo para tentar descobrir exatamente quais seriam as consequências da mudança de pH para a vida marinha.
Ulf Riebesell, do Centro Helmholtz de Pesquisa Oceânica da Universidade de Kiel (norte da Alemanha) iniciou em 2010 os primeiros estudos no mar sobre o fenômeno, na ilha de Spitzbergen, no Ártico.
Enormes cápsulas colocadas na água do mar simulam as condições que provavelmente deverão predominar nos oceanos durante os próximos vinte anos, dependendo do nível das emissões de CO2. Esse e outros experimentos indicam que a crescente acidificação dificulta a vida dos organismos produtores de cálcio – como os que formam os recifes de coral.
"A acidificação põe em risco corais, conchas, caracóis, ouriços e estrelas-do-mar, além de peixes e outros organismos. Algumas das espécies produtoras de cálcio não poderão mais concorrer para sobreviver nos oceanos do futuro. A composição das espécies irá mudar radicalmente", alerta.
Problemas para as comunidades costeiras
Os cientistas alertam também para graves consequências econômicas e sociais. As mudanças do clima também deverão ter impacto na cadeia alimentar dos oceanos. Algumas regiões poderão ser afetadas com mais intensidade pela acidificação dos oceanos, como as tropicais e subtropicais, que têm corais de mares de água quente, afirma Riebesell.
Os recifes de corais, de grande valor econômico e ecológico, são particularmente vulneráveis. Elas são importantes não apenas pela diversidade de espécies – e, em muitos países, pelo turismo – mas também porque servem como barreiras que protegem os litorais de ondas e tempestades.
As regiões polares também deverão ser afetadas, uma vez que a água gelada absorve ainda mais CO2. Experimentos no Ártico indicam que a água do mar nessas regiões pode se tornar corrosiva já nas próximas décadas. "Isso significa que a água pode se tornar tão ácida a ponto de simplesmente dissolver conchas e esqueletos dos organismos produtores de cálcio", alerta Riebesell.
Também na Antártida já é possível perceber a acidificação, segundo Alex Rogers, diretor do Ipso. "Encontramos minúsculos caracóis marinhos cujas conchas de cálcio já estavam corroídas", afirmou. Estes são seres de grande importância para a cadeia alimentar marinha, nutrindo de pequenos animais a baleias.
"Uma das principais fontes de proteína no mar está se esgotando rapidamente" alertou Monty Halls, presidente da organização ambiental Shark and Coral Conservation Trust (Fundo para a Conservação de Tubarões e Corais), em entrevista à DW. Ele acredita que a acidificação dos oceanos é a "maior ameaça às futuras gerações".
Problemas de longo prazo para o clima
Além dos problemas para os ecossistemas e para a cadeia alimentar, os cientistas alertam sobre um efeito retroativo que deverá provocar um novo reforço das mudanças climáticas. Apesar das águas marinhas contribuírem para a diminuição do CO2 produzido pelo ser humano no longo prazo, a absorção do dióxido de carbono pelo mar tende a desacelerar nas águas marinhas. Segundo o estudioso Riebesell, quanto mais ácidos os oceanos se tornam, menor a sua capacidade de serem estabilizadores do pH.
Os recifes de corais servem como barreiras que protegem litorais de ondas e tempestades
Os recifes de corais servem como barreiras que protegem litorais de ondas e tempestades
Alex Rogers chama atenção para um outro problema: pequenas algas com estruturas compostas de carbonato de cálcio absorvem e depois carregam consigo partículas de carbono quando afundam no oceano. Se a quantidade dessas algas diminui, aumenta o nível de CO2 na atmosfera.
Rogers ainda esclarece que as emissões de CO2 aumentaram com maior velocidade do que nos últimos 300 milhões de anos:. "O ecossistema global passou por alguns eventos dramáticos de mudanças climáticas que resultaram na extinção maciça de diversas espécies. Nosso estudo enfatiza que, durante esses períodos de alteração profunda, altas temperaturas estiveram associadas à acidificação dos oceanos – como nos dias de hoje."
Porém, ainda há tempo para contra-atacar esse fenômeno. A medida mais importante, na opinião dos cientistas, seria a redução das emissões de CO2. Sem isso, "todo o resto é inútil", constata Riebesell, que também defende medidas complementares para reduzir a fragilidade dos ecossistemas. Por exemplo, a poluição de resíduos agrícolas e de plástico deve ser reduzida. Áreas marítimas protegidas poderiam ajudar a reduzir a pressão sobre os ecossistemas.
Apesar da gravidade da situação, Alex Rogers afirma que "todos podem fazer algo pra reduzir sua própria emissão de CO2 e produzir menos lixo: andar de bicicleta, não utilizar sacolas plásticas e usar menos produtos químicos".
 

12/12/2013

"O Rio de Janeiro continua... Lindo?"

Fiquei muito chateada ontem por não conseguir chegar no meu trabalho. E por cada vez mais ter a certeza de que o nosso estado está uma verdadeira bagunça.

Chover é um fenômeno normal... Obras malfeitas é que são coisas anormais. Assim vemos o quanto o dinheiro público é literalmente jogado no ralo.
E para piorar, o que é mais anormal ainda é ver todos os dias muitos cidadãos que dizem amar o Rio de Janeiro fazerem questão de jogar lixo no chão, nos rios (se você costuma jogar porcarias em qualquer lugar, parabéns, queridinho(a) ajudou a contribuir com a enchente de ontem!!!!). Como em outro post eu comentei, que é o pobre ferrando o próprio pobre, além dos que dominam o sistema também atrapalhando a vida de todos em geral.

Estamos perdidos.



Fonte das Fotos:
Tempo Agora
Band.com.br
Site Veja
UOL



Muitos se arriscaram para tentar chegar em seus destinos.




Imagina só que impressionante vai ser se na Final da Copa, começar a chover... Vão ter que mudar o esporte para canoagem.


Eu estava lá. Andei muito!!!! E tive que voltar. Demorei muitas horas para chegar em casa. E Graças aos Deuses que tenho uma, afinal, muitas pessoas perderam as suas.




Agora vou sair mais cedo porque eu tenho que trabalhar. E eu QUERO, E PRECISO chegar rápido.
Beijnhos.


07/12/2013

Coloquei no facebook...


Simone Cavalcanti se sentindo incomodada
Quem espalha informações dos outros sem ter certeza, quem houve a conversa alheia atrás das portas deveria ser torturado com muitos choques elétricos... E amarrado com arame farpado.

Ops!

Sem mais comentários.

Boa noite, e obrigada pela visita!


Pensando na minha linda Bruna

Estava aqui ouvindo música e fico pensando como é incrível que mesmo geograficamente distante esteja uma pessoa de mim, eu consigo pensar nela muitas vezes... É o caso da Bruna... Como dizemos aqui no RJ, "essa mulher 'tá' podendo", porquê posso demorar a ter contato com ela,  mas a sua presença na minha vida é realmente intensa. 

Beijinhos, linda. 
.




Letra e trad. (letras.mus.br)


When I Need You
Céline Dion

When I need you
Just close my eyes and I'm with you
And all that I so want to give you
It's only a heartbeat away

When I need love
I hold out my hands and I touch love
I never knew there was so much love
Keeping me warm night and day

Miles and miles of empty space in between us
A telephone can't take the place of your smile
But you know I won't be traveling forever
It's cold out, but hold out and do like I do

When I need you
Just close my eyes and I'm with you
And all that I so want to give you babe
It's only a heartbeat away

It's not easy when the road is your driver
Honey, that's a heavy load that we bear
But you know I won't be traveling a lifetime
It's cold out but hold out and do like I do
Oh I need you

When I need love
I hold out my hands and I touch love
I never knew there was so much love
Keeping me warm night and day

When I need you
Just close my eyes and I'm with you
And all that I so want to give you
It's only a heart beat away


--------------------

trad

Quando preciso de você


Quando preciso de você,
Eu apenas fecho meus olhos e estou com você,
E tudo que eu tanto quero te dar
Está apenas a uma batida do coração de distância...

Quando preciso de amor,
Eu estendo minhas mãos e toco o amor.
Eu nunca soube que havia tanto amor,
Mantendo-me aquecido noite e dia.

Milhas e milhas de espaço vazio entre nós.
Um telefone não pode substituir o seu sorriso,
Mas você sabe que não estarei viajando para sempre.
Está frio lá fora, mas mantenha-se firme e faça como eu...

Quando preciso de você,
Eu apenas fecho meus olhos e estou com você,
E tudo que eu tanto quero te dar, babe,
Está apenas a uma batida do coração de distância.

Não é fácil quando a estrada é o seu condutor,
Querida, é uma carga pesada que suportamos.
Mas você sabe que não estarei viajando uma vida toda.
Está frio lá fora, mas mantenha-se firme e faça como eu...
Eu preciso de você...

Quando preciso de você,
Eu apenas fecho meus olhos
E você está bem aqui ao meu lado,
Mantendo-me aquecido noite e dia.

Quando preciso de você,
Eu apenas fecho meus olhos e estou com você,
E tudo que eu tanto quero te dar
Está apenas a uma batida do coração de distância...

Ochiii.

Aiii, que calooorrrr!!!
"Rio 40 graus, cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos... "

27/11/2013

Prêmio Rio Sem Preconceito dá troféus por luta contra discriminação

Fonte G1

Cantora Daniela Mercury comemorou com beijo na esposa Malu Verçosa. 'Parece que em pleno século 21 nada mudou', diz premiada Glória Pires.




A entrega do Prêmio Rio Sem Preconceito, na noite desta terça-feira (26), no Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio, homenageou personalidades que de alguma forma contribuíram na luta contra a discriminação na cidade e no país. Ao todo 14 pessoas foram homenageadas. Uma das eleitas para subir ao palco e receber o prêmio, a cantora Daniela Mercury comemorou a entrega do troféu beijando a esposa Malu Verçosa.
"Vamos tirar uma foto porque uma imagem vale mais que mil palavras. Ela [Malu] não gosta muito de fazer isso em público, mas vamos fazer", disse a cantora ao beijar a jornalista. "A nossa luta é pelos direitos humanos, não só contra a homofobia. Ela [Daniela Mercury] é a pessoa mais especial que eu conheço", respondeu a jornalista Malu Verçosa.

Daniela Mercury aproveitou para criticar a Comissão de Direitos Humanos. "E aqueles deputados da Comissão de Direitos Humanos que ainda estão lá? Ninguém tira eles de lá. Eu queria dizer ao deputado que eu não cito mais o nome: Deus não quer ninguém que incite o ódio entre as pessoas. Fica aqui o meu protesto. Me irrita todos os dias saber que esses deputados ainda estão lá", disse a cantora.
O evento, organizado pela Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (Ceds), destacou a necessidade de acabar com todo o tipo de preconceito — não somente o da discriminação sexual. Um grupo de bailarinas deficientes visuais da Associação de Ballet e Arte para Cegos Fernanda Bianchini, por exemplo, emocionou o público após uma apresentação intensa.

Glória Pires foi a primeira a receber a premiação. A atriz encenou a arquiteta Lota de Macedo Soares, que no filme "Flores Raras" viveu um romance com a escritora norte-americana Elizabeth Bishop. "Eu me solidarizo. Parece que em pleno século 21 nada mudou. Mas mudou sim. Nós estamos aqui hoje. É um prazer e uma honra muito grande estar aqui", disse Gloria Pires.
Foram agraciados também o deputado federal do PSOL Jean Willys, o ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa e a cantora do The Voice Brasil Elle Oléria.
Outra premiada foi a cantora Preta Gil. Vencedora pela segunda vez, ela destacou que a sexualidade não foi o único tabu que encarou desde a adolescência.
"O primeiro preconceito que eu sofri na minha vida era ser a única de seis filha com cabelo liso. Eu não me reconhecia ali. A gente tem que ser o que a gente é. Eu fui orientada a ser o que eu sou. Eu sou negra, gordinha, bissexual", disse a filha do cantor Gilberto Gil.
Autor da novela "Amor à Vida", Walcyr Carrasco explicou a escolha de um protagonista homossexual. No romance, o personagem Félix cativou o público. "Com o protagonista que uma pessoas chamam de bicha má. Se você disser que essa bicha é má todas vão ser assim. Todo mundo me disse que essa novela ia ser um fracasso. Tive a sorte de ter um grande ator que é o Mateus. Eu quis explorar essa bicha má não por ser engraçado, mas expor esse ódio que ele sentia de si mesmo e isso vinha da homofobia que ele sofria dentro de casa. Homofobia é o cara que diz eu não tenho preconceito, só não quero que meu filho seja gay", disse o autor.

A cantora Ellen Oléria foi a quinta premiada. A vencedora da primeira edição do The Voice Brasil é homossexual e se uniu a a Polyana Martins este ano. Ela dedicou o prêmio à parceira. "Me sinto lisonjeada em estar sendo homenageada quando se fala na luta contra o preconceito", disse Ellen, que aproveitou para cantar um trecho de "Fé Cega, Faca Amolada" e "Maria, Maria", de Milton Nascimento.

Fernanda Montenegro, Dira Paes e Cissa Guimarães também foram escolhidas pela Ceds para receber o prêmio. Fernanda Montenegro não  esteve na premiação porque foi a Nova Iorque receber o Emmy Latino.
"A gente está no século 21 e uma palavra chamada preconceito não deveria estar mais no dicionário. Estamos na era dos pós conceitos. Espero que os meus netos não encontrem mais essa palavra. Eu não suporto intolerância. A gente tem que lutar, respeitar, cuidar. Respeito é bom, eu gosto, quero que todo mundo tenha", disse Cissa Guimarães.
"O preconceito é letal. Ele mata e mata muito. Isso me impressiona. O que tento fazer é com que as pessoas se sintam contaminadas coma promoção do amor, do afeto e da fé. Abaixo o preconceito, ele é letal", disse a atriz Dira Paes.
O presidente do Supremo Tribunal Federal não pôde comparecer para receber o prêmio.
O deputado federal do PSOL/RJ Jean Willy foi premiado pela atuação política (Foto: Isabela Marinho/G1)O deputado federal do PSOL/RJ Jean Wyllys foi
premiado pela atuação política
(Foto: Isabela Marinho/G1)
 
O deputado federal Jean Wyllys dedicou o prêmio à prostituta Gabriela Leite, criadora da ONG Davida e da grife Daspu, que morreu este ano. "Gabriela Leite merecia receber este prêmio se aqui estivesse".

Mãe Beata de Yemanjá, que luta pelo combate à intolerância religiosa, foi escolhida pelos homenageados da premiação ocorrida em 2011. Ela, que já discursou na ONU, dissr que " não existe brancos no Brasil, somos todos negros".

A Ceds convocou os internautas para escolher um homenageado. O voto popular elegeu a paraense Bruna Lorrane - responsável pela criação do nome social para transexuais. "A segregação do LGBT se dá pelo preconceito, discriminação e violência. Nós somos tratados sempre como quase. Temos sempre que fazer a mais, que fazer diferente. Eu fui um quase menino. Hoje um dia eu sou uma quase mulher. Eu poderia ter uma união estável, posso quase casar", disse a transexual.
Padre Beto, que foi expulso da igreja por apoiar os gays, também foi premiado. "Depois de 10 anos na Alemanha, retornei à Diocese de Bauru. Não podíamos contestar regras católicas. A postura da Igreja Católica é homofóbica. Em um país como o.nosso.dizer que usar camisinha é pecado, é uma grande ignorância. Durante 14 anos orientei jovens. O desamor é que não vale. E por não ser um padre que canta, eu fui ex-comungado pela Igreja Católica, mas não pelo povo. Jesus Cristo era um anarquista. Talvez tenha sido bissexual porque não tinha preconceito algum", disse Padre Beto.

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Tomara que no futuro a homofobia DIMINUA cada vez mais!
Bjs da Simonninha

21/11/2013

Muito chateada

Hoje eu presenciei uma cena de homofobia no meu trabalho... Estou extremamente chateada.
Tem momentos que eu odeio morar aqui.

20/11/2013

Porto que recebeu 1 milhão de escravos é declarado patrimônio pela Unesco

Fonte da Notícia: UOL




O Cais do Valongo, um antigo porto do Rio de Janeiro que recebeu cerca de um milhão de escravos e que hoje é só um local de escavação arqueológica, foi reconhecido nesta quarta-feira pela Unesco como patrimônio da diáspora africana.

A Unesco destacou o local arqueológico como parte da chamada "Rota do Escravo", um projeto lançado pelo órgão da ONU em 2006 para destacar o patrimônio material e imaterial relacionado ao tráfico de escravos no mundo, informou a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Segundo as autoridades brasileiras, o porto foi o que mais escravos africanos recebeu em toda a América.



"O projeto Rota do Escravo fixou (no Rio de Janeiro) pela primeira vez no mundo uma placa reconhecendo um local como patrimônio da memória da diáspora africana", disse o chefe da Seção de Diálogo Intercultural da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Ali Moussa Ive, citado no comunicado.

"É um momento muito importante. Agrada-me muito o destaque que o Rio de Janeiro está dando a um dos mais importantes locais da memória da diáspora africana e do tráfico africanos escravizados", afirmou Ive, diretor do Projeto Rota do Escravo e que liderou uma comissão da Unesco na visita Rio de Janeiro.

A decisão da Unesco foi simultânea a um ato promovido nesta quarta-feira pela Prefeitura de Rio de instalação de uma placa que concede ao Cais do Valongo o título de "patrimônio cultural" da cidade.



A data marca também a comemoração do Dia da Consciência Negra, feriado em alguns estados brasileiros que lembra o assassinato em 1695 de Zumbi dois Palmares, o negro que governou uma "república" de escravos livres no nordeste.

De acordo com o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), vinculado à Prefeitura, tanto o reconhecimento da Unesco como o da Prefeitura reforçam a campanha do Rio de Janeiro para promover a candidatura do Cais do Valongo como Patrimônio Mundial da Humanidade, título declarado pela Unesco.

O Cais do Valongo, situado próximo ao atual porto do Rio de Janeiro e retratado em várias pinturas do francês Jean-Baptiste Debret, era o píer no qual eram desembarcados os escravos vindos da África, principalmente de Angola, Congo e Moçambique.

Segundo registros históricos, pelo local passaram entre 1790 e 1830 cerca de 706 mil escravos africanos, mas os historiadores consideram que o número pode chegar a um milhão se for levado em conta que operava desde muito antes.

O píer foi desativado em 1831, quando foram assinadas as primeiras leis que encaminharam a abolição da escravidão no país, e rebatizado em 1843 como Píer da Princesa por ter servido de local de desembarque de Tereza Cristina de Bourbon, a futura esposa de Pedro II, o segundo imperador do Brasil.



A área foi aterrada em 1911 para uma reforma urbanística e redescoberta em 2011, quando começaram as obras de remodelação do porto do Rio de Janeiro.

"O Rio de Janeiro tem muito orgulho de suas raízes e de nossos antepassados negros. Por isso queremos que o Cais do Valongo seja reconhecido como Patrimônio Mundial", afirmou o presidente do IRPH, Washington Fajardo.

Segundo Milton Guran, representante do Brasil no Comitê Cientista do projeto Rota do Escravo da Unesco, ao longo de quase quatro séculos de escravidão o Rio de Janeiro recebeu quase 20% de todos os africanos escravizados que chegaram à América.

"Isso transforma o píer em uma referência da maior transferência forçada de população da história", afirmou Guran, que espera que o local seja declarado Patrimônio da Humanidade até 2015, quando Rio de Janeiro completará 450 anos
 

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Oi, menin@s, vi esta notícia e fiquei refletindo, que:
Seria muito bom que um lugar como este fizesse as pessoas refletirem a respeito da real situação dos negros aqui no país. Mas, infelizmente como estamos na terra da facilidade, da falsidade e do esquecimento; com profundo pesar não vejo esperanças aqui.

Dia dos Negros, num mundo cada vez mais sem consciência.
Simonninha

14/11/2013

#Representouratinho

 
Fazia um tempo que não assistia o programa! Gostei de ver o vídeo e concordo totalmente com o que ele disse!
Apoiadíssimo!!!
Abs,

10/11/2013

"estamos perdidos"

Hoje, enquanto lavava minhas roupas, escutando o rádio, acompanhei  um programa no qual se faz perguntas relacionadas à 'conhecimentos gerais' para que o ouvinte participe e ganhe um determinado prêmio... E fiquei impressionada (cada vez mais, até porque não é a primeira vez que me deparo com este tipo de situação) como que as pessoas não possuem conhecimentos básicos sobre História e Geografia... Parece que agora a maioria do povo entrou no estereótipo "filho de chocadeira", pois estamos nos perdendo no tempo e no espaço, e na identidade.
Bjs...